Policiais do Rio não têm tratamento psicológico adequado, diz pesquisadora.
Tragédias constantes estariam agravando saúde mental da tropa.
Helicóptero derrubado por traficantes ainda atormenta equipes.
Aluizio Freire
Do G1, no Rio
Durante dois dias, um policial militar foi visto várias vezes chorando pelos cantos, chutando portas, esmurrando paredes ou jogando jornais para o alto. A reação explosiva e descontrolada, segundo contou um colega dele ao G1, começou no dia seguinte ao enterro de um dos ocupantes do helicóptero que foi derrubado a tiros por traficantes no dia 17 de outubro, no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio.
“Todos nós sentimos, somos humanos, mas há quem não consiga se conter e queira botar a revolta para fora. É uma pessoa que precisa de atenção psicológica, como qualquer um”, ressalta o colega, que também se queixa de várias noites de insônia e irritação.
A professora Edinilsa Ramos de Souza, pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP/Fiocruz), que realizou em equipe um estudo sobre as condições de trabalho, saúde e qualidade de vida dos policiais civis e militares do Rio, concorda.
“Os agentes de segurança pública têm que fazer frente à criminalidade crescente e fortemente armada. Esse episódio do helicóptero é um exemplo. Eles estão passando por uma pressão grande. São cobrados para dar uma resposta à sociedade. São eles que se expõem a esses riscos. E, muitas vezes, acabam lesados, feridos, incapacitados ou perdem a própria vida”, afirma.
Segundo ela, o serviço de saúde que as polícias Civil e Militar oferecem não atende às necessidades dos integrantes das instituições. “É muito pouco para atender um efetivo tão grande. É um atendimento deficiente”, diz a pesquisadora, que entrevistou policiais em momentos de crise.
“Eles reclamam muito do estresse provocado pelos riscos a que são submetidos. Mas, também, da falta de reconhecimento, da sociedade e da instituição, salários baixos etc. Eles se ressentem de tudo isso. E são fatores que afetam o desempenho profissional”, aponta.
"É preciso considerar que a vitimização de policiais militares é maior do que a da população do Rio", acentua a pesquisadora.
Segundo o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar, Wanderley Ribeiro, “não existe um acompanhamento psicológico de policiais envolvidos em casos mais extremos”.
Falta de assistência permanente
“Eles são treinados para o combate, confrontos armados, mas numa tragédia como essa, do helicóptero, em que viram de perto a morte dos companheiros, precisam ter uma atenção para que recuperem o controle e a tranquilidade para o trabalho. Mas, infelizmente, a corporação não se preocupa com isso, apenas com a imagem da instituição”, afirma.
“Falta um programa permanente de assistência psicológica. O que eles criaram é um quadro de oficiais psicólogos que tratam o paciente como subordinado e não como uma pessoa que precisa de ajuda”, acrescenta Ribeiro.
O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sinpol) também aponta falhas no atendimento psicológico oferecido aos agentes.
“O serviço de assistência social para o policial que precisa de apoio não tem uma cultura de avaliação do quadro do paciente. Muitos colegas se perdem pelo estresse constante, acabam se jogando no vício do álcool ou cometendo até suicídio. Conheço vários casos”, revela o comissário Franklin Bertholdo, 62 anos, 36 deles dedicados à vida policial. Ele faz parte da diretoria do sindicato.
PM explica projeto
Em resposta às críticas, a assessoria da Polícia Militar informou que a corporação possui o Projeto Renascer, que visa a recuperação de policiais militares e seus dependentes que possuam algum tipo de compulsão, seja ela droga, álcool, sexo ou mesmo jogo.
A nota diz ainda que o serviço conta ainda com um Programa de Assistência Psicológica para PMs envolvidos em "Ocorrências com Potencial de Risco de Estresse Pós-Traumático".
A assessoria da Polícia Civil não respondeu ao G1 até a publicação da matéria.
Fonte: G1
Este Blog destina-se a divulgação das atividades da UNICOMPOL - União dos Comissários de Polícia do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
A Nova ordem
Policiais vão criar Ordem dos Policiais do Brasil
Por Claudio Julio Tognolli
Policiais federais, rodoviários federais, civis e militares, de todo o Brasil, vão anunciar na quarta-feira (30/9) a criação da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), que pode ser análoga a OAB. A votação para a presidência e diretoria do novo órgão ocorre, contudo, apenas no dia 30 de outubro. A ideia é que um milhão de policiais de todo o país sejam filiados à OPB.
O anúncio da OPB será feito em meio à greve geral da Polícia Federal, marcada em todo o Brasil também para esta quarta-feira (30/9). A greve é comandada pela Fenapef, a Federação Nacional dos Policiais Federais, uma entidade que congrega 13 mil policiais federais em todo o Brasil. A criação da OPB tem também amplo apoio da Confederação Nacional dos Policiais Civis.
A ideia da OPB foi do agente federal Francisco Carlos Garisto, consultor e fundador da Fenapef, cuja vida ora é filmada por Mauro Lima, que dirigiu o filme “Meu Nome não é Johnny”. Garisto diz que o anúncio da Ordem dos Policiais do Brasil foi deliberadamente marcado para o dia da greve geral da PF. “A greve mostrará que o atual governo está no descaso com a PF. A grita da greve será “Fora Diretor- Geral”, porque o diretor da PF nos persegue, e o ministro da Justiça nos ignora. Veja: o governo contratou novos dois mil agentes, disse que lhes pagaria, como manda o estatuto da categoria, salário de policiais de segunda classe, mas lhes paga o de terceira, e economia assim, não cumprindo o estatuto, cerca de 800 reais por cabeça”.
Garisto sustenta que a segurança pública do Brasil “está falida” e revela que uma das maiores bandeiras da OPB será “ou acabar ou reformular radicalmente o inquérito policial, porque apenas 10% deles resultam em punição efetiva e 90% resultam na mais pura impunidade”. Garisto também adianta que a nova Ordem dos Policiais do Brasil vai ter um sistema de votação análogo ao Mercado Comum Europeu e ao Mercosul. “Cada ano a OPB será comandada por uma entidade de classe diferente”.
Garisto também salienta que o segundo passo da OPB será a criação de um partido político, a ser chamado de Partido Nacional da Segurança Pública. “A categoria cansou de ver no poder, sobretudo no atual governo, uma série de “ólogos”: antropólogos, sociólogos, que nada entendem de segurança pública. Também cansamos de ver deputados e senadores que se dizem especialistas na segurança pública. Vamos batalhar, com esse um milhão de policiais da Ordem dos Policiais do Brasil a carreira única para todas as polícias, o teto salarial comum, a lista tríplice votada para os secretários de segurança pública de todo o Brasil. Queremos acabar com carreiristas que fazem inquéritos pela metade e depois viram políticos, e é óbvio que estou falando do delegado federal Protógenes Queiroz”, diz Garisto.
FONTE:Revista Consultor Jurídico - CONJUR - 29/09/09
Por Claudio Julio Tognolli
Policiais federais, rodoviários federais, civis e militares, de todo o Brasil, vão anunciar na quarta-feira (30/9) a criação da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB), que pode ser análoga a OAB. A votação para a presidência e diretoria do novo órgão ocorre, contudo, apenas no dia 30 de outubro. A ideia é que um milhão de policiais de todo o país sejam filiados à OPB.
O anúncio da OPB será feito em meio à greve geral da Polícia Federal, marcada em todo o Brasil também para esta quarta-feira (30/9). A greve é comandada pela Fenapef, a Federação Nacional dos Policiais Federais, uma entidade que congrega 13 mil policiais federais em todo o Brasil. A criação da OPB tem também amplo apoio da Confederação Nacional dos Policiais Civis.
A ideia da OPB foi do agente federal Francisco Carlos Garisto, consultor e fundador da Fenapef, cuja vida ora é filmada por Mauro Lima, que dirigiu o filme “Meu Nome não é Johnny”. Garisto diz que o anúncio da Ordem dos Policiais do Brasil foi deliberadamente marcado para o dia da greve geral da PF. “A greve mostrará que o atual governo está no descaso com a PF. A grita da greve será “Fora Diretor- Geral”, porque o diretor da PF nos persegue, e o ministro da Justiça nos ignora. Veja: o governo contratou novos dois mil agentes, disse que lhes pagaria, como manda o estatuto da categoria, salário de policiais de segunda classe, mas lhes paga o de terceira, e economia assim, não cumprindo o estatuto, cerca de 800 reais por cabeça”.
Garisto sustenta que a segurança pública do Brasil “está falida” e revela que uma das maiores bandeiras da OPB será “ou acabar ou reformular radicalmente o inquérito policial, porque apenas 10% deles resultam em punição efetiva e 90% resultam na mais pura impunidade”. Garisto também adianta que a nova Ordem dos Policiais do Brasil vai ter um sistema de votação análogo ao Mercado Comum Europeu e ao Mercosul. “Cada ano a OPB será comandada por uma entidade de classe diferente”.
Garisto também salienta que o segundo passo da OPB será a criação de um partido político, a ser chamado de Partido Nacional da Segurança Pública. “A categoria cansou de ver no poder, sobretudo no atual governo, uma série de “ólogos”: antropólogos, sociólogos, que nada entendem de segurança pública. Também cansamos de ver deputados e senadores que se dizem especialistas na segurança pública. Vamos batalhar, com esse um milhão de policiais da Ordem dos Policiais do Brasil a carreira única para todas as polícias, o teto salarial comum, a lista tríplice votada para os secretários de segurança pública de todo o Brasil. Queremos acabar com carreiristas que fazem inquéritos pela metade e depois viram políticos, e é óbvio que estou falando do delegado federal Protógenes Queiroz”, diz Garisto.
FONTE:Revista Consultor Jurídico - CONJUR - 29/09/09
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Franklin Bertholdo discursa na ALERJ
Ilustre.Deputado Dr. ANDRE CORREA
Autoridades presentes a esta homegagem.
Convidados e familiares.
Senhoras e Senhores.
Colegas Homenageados.
Tenho a honra de como Comissário de Policia Civil, externar uma mensagem, nesta solenidade de homenagem aos Comissários de Policia pelo seu “Dia“ no plenário da Casa do Povo(ALERJ, que refletisse o agradecimento e o sentimento maior dos Comissários de Policia do Estado do Rio de Janeiro.
Sentimentos amargurados, brios feridos, feridas profundas e mortais, vitimas que somos de todos os erros e perseguições dentro da nossa própria Instituição Policial de um passado recente daqueles que se improvisam em novas Autoridades administradoras e gestoras, esquecendo o corpo experiente ,profissional e operacional da nossa Policia Civil que são
os “Comissários de Policia”.
Hoje, aqui homenageados , vemos as nossas forças revigoradas, os nossos corações rejuvenescidos, mesmo após tantas lutas, vitórias e decepções. Vemos através desta homenagem a nossa mística ainda nos acenando, lá do fundo do poço, em que se viu mergulhada a nossa história de conquistas e heroísmo na luta diária contra o crime organizado.
Hoje não é um dia de lamentações e reclames. Muito menos para se apontarem os responsáveis pelo abandono de cinco anos(5) seguidos dos Comissário de Policia, pois a nossa “ classe” existe legalmente desde 05 de Julho de 2004, através da Lei Estadual nº 4368.
Deve ser dedicado aos agradecimentos ao Ilustre Deputado Dr. André Correa por esta honrosa homenagem à nós Comissário de Policia e aos ilustres Deputados desta Casa do Povo (ALERJ) que a aprovaram , aos funcionários do seu Gabinete, aos nossos familiares, pela sua compreensão e estímulo a nós Comissários de Policia Civil, que temos o orgulho e honra de participarmos desta importante homenagem pelo dia do Comissário de Policia.
Deram estes homenageados mostra do que são capazes, mesmo sem estímulos , nas operações diárias nos morros e redutos de famigerados marginais. Deram eles prova de que são suficientemente fortes para enfrentar o combate direto ao tráfico de drogas e á marginalidade em geral que tanto tem causado mortes e destruições no nosso Estado.
Mostraram-se superiores, porque são pessoas tementes somente a Deus, porque se assim não fossem, não seriam Comissários de Policia com largas experiências e conhecimentos de investigações especializadas e operações na sua carreira profissional.
Se Fênix pode renascer das cinzas, o Comissário de Policia também pode e deve fazê-lo, porque não há melhor momento do este que estamos vivendo nesta Casa do Povo , para demonstrar a nossa união, profissionalismo e experiência empírica como valorosos policiais civis operacionais que somos.
Por tudo isto, a data 05 de Julho de 2004, è muito importante para nós Comissário de Polícia, a família policial e a própria Policia Civil, pois significa o marco inicial, em que o Comissário de Policia , assume o seu novo papel na Instituição,coordenando , assessorando e colocando-se a serviço do Estado do Rio de Janeiro na proteção do Cidadão, com um novo pensamento, uma nova filosofia e , conseqüentemente, uma nova doutrina de segurança pública, mediante a sua experiência profissional para os novos tempos.
Hoje não devemos comemorar somente o sucesso pessoal e profissional, conseguido com a outorga de uma importante Moção de Louvor do nosso Ilustre Deputado André Correa, mas sobretudo, comemoramos os sinais convincentes de vitalidade e operacionalidade dos Comissários de Policia, que está sendo reconhecida nesta importante e solene homenagem.
Desejo em nome dos Comissários de Policia Civil homenageados agradecer a iniciativa do Digno Deputado Dr. André Correa, pelo seu valioso e indispensável apoio que está dando ao nosso Projeto de Categoria Funcional que será votado nesta Casa do Povo e para a dignificação desta importante classe policial, fato que se constitui em mais uma demonstração do grande homem público e de importante significado da sua postura como brilhante parlamentar desta Casa do Povo
Senhores Comissário de Policia! Experientes Companheiros ! Meus Colegas!
Esta homenagem é para nós Comissário de Policia também uma proposta de conscientização e de realização de mudanças na nossa carreira, iniciando um nova era para os Agentes da Autoridade do ultimo cargo na nossa Policia Civil.
Estamos preparados para atender com as nossas atribuições estabelecidas através da Resolução SSP nº 843 de 28 de Março de 2006 , com eficiência os justos anseios e aspirações de nossa sociedade. Devemos ter em mente que existimos por que somos essenciais à segurança da Sociedade. Só falta o nosso Projeto de “ Categoria Funcional tramitando nesta Casa do Povo ser votado e aprovado pelos Ilustres Deputados desta Casa do Povo.
A chama que acaba de ser acesa nesta grande homenagem, cabe a nós mantê-la nos iluminando na nossa luta unidos e a nossa gloriosa Policia Civil.
Esta de parabéns o Ilustre Deputado Dr. André Correa e funcionários os quais reverencio através do Chefe do Gabinete Dr Gonçalves e digno Deputado Dr. Jorge Picciani , Presidente desta Casa do Povo que nos recebeu de braços aberto.
Obrigado
Em 05 de Julho de 2009
Autoridades presentes a esta homegagem.
Convidados e familiares.
Senhoras e Senhores.
Colegas Homenageados.
Tenho a honra de como Comissário de Policia Civil, externar uma mensagem, nesta solenidade de homenagem aos Comissários de Policia pelo seu “Dia“ no plenário da Casa do Povo(ALERJ, que refletisse o agradecimento e o sentimento maior dos Comissários de Policia do Estado do Rio de Janeiro.
Sentimentos amargurados, brios feridos, feridas profundas e mortais, vitimas que somos de todos os erros e perseguições dentro da nossa própria Instituição Policial de um passado recente daqueles que se improvisam em novas Autoridades administradoras e gestoras, esquecendo o corpo experiente ,profissional e operacional da nossa Policia Civil que são
os “Comissários de Policia”.
Hoje, aqui homenageados , vemos as nossas forças revigoradas, os nossos corações rejuvenescidos, mesmo após tantas lutas, vitórias e decepções. Vemos através desta homenagem a nossa mística ainda nos acenando, lá do fundo do poço, em que se viu mergulhada a nossa história de conquistas e heroísmo na luta diária contra o crime organizado.
Hoje não é um dia de lamentações e reclames. Muito menos para se apontarem os responsáveis pelo abandono de cinco anos(5) seguidos dos Comissário de Policia, pois a nossa “ classe” existe legalmente desde 05 de Julho de 2004, através da Lei Estadual nº 4368.
Deve ser dedicado aos agradecimentos ao Ilustre Deputado Dr. André Correa por esta honrosa homenagem à nós Comissário de Policia e aos ilustres Deputados desta Casa do Povo (ALERJ) que a aprovaram , aos funcionários do seu Gabinete, aos nossos familiares, pela sua compreensão e estímulo a nós Comissários de Policia Civil, que temos o orgulho e honra de participarmos desta importante homenagem pelo dia do Comissário de Policia.
Deram estes homenageados mostra do que são capazes, mesmo sem estímulos , nas operações diárias nos morros e redutos de famigerados marginais. Deram eles prova de que são suficientemente fortes para enfrentar o combate direto ao tráfico de drogas e á marginalidade em geral que tanto tem causado mortes e destruições no nosso Estado.
Mostraram-se superiores, porque são pessoas tementes somente a Deus, porque se assim não fossem, não seriam Comissários de Policia com largas experiências e conhecimentos de investigações especializadas e operações na sua carreira profissional.
Se Fênix pode renascer das cinzas, o Comissário de Policia também pode e deve fazê-lo, porque não há melhor momento do este que estamos vivendo nesta Casa do Povo , para demonstrar a nossa união, profissionalismo e experiência empírica como valorosos policiais civis operacionais que somos.
Por tudo isto, a data 05 de Julho de 2004, è muito importante para nós Comissário de Polícia, a família policial e a própria Policia Civil, pois significa o marco inicial, em que o Comissário de Policia , assume o seu novo papel na Instituição,coordenando , assessorando e colocando-se a serviço do Estado do Rio de Janeiro na proteção do Cidadão, com um novo pensamento, uma nova filosofia e , conseqüentemente, uma nova doutrina de segurança pública, mediante a sua experiência profissional para os novos tempos.
Hoje não devemos comemorar somente o sucesso pessoal e profissional, conseguido com a outorga de uma importante Moção de Louvor do nosso Ilustre Deputado André Correa, mas sobretudo, comemoramos os sinais convincentes de vitalidade e operacionalidade dos Comissários de Policia, que está sendo reconhecida nesta importante e solene homenagem.
Desejo em nome dos Comissários de Policia Civil homenageados agradecer a iniciativa do Digno Deputado Dr. André Correa, pelo seu valioso e indispensável apoio que está dando ao nosso Projeto de Categoria Funcional que será votado nesta Casa do Povo e para a dignificação desta importante classe policial, fato que se constitui em mais uma demonstração do grande homem público e de importante significado da sua postura como brilhante parlamentar desta Casa do Povo
Senhores Comissário de Policia! Experientes Companheiros ! Meus Colegas!
Esta homenagem é para nós Comissário de Policia também uma proposta de conscientização e de realização de mudanças na nossa carreira, iniciando um nova era para os Agentes da Autoridade do ultimo cargo na nossa Policia Civil.
Estamos preparados para atender com as nossas atribuições estabelecidas através da Resolução SSP nº 843 de 28 de Março de 2006 , com eficiência os justos anseios e aspirações de nossa sociedade. Devemos ter em mente que existimos por que somos essenciais à segurança da Sociedade. Só falta o nosso Projeto de “ Categoria Funcional tramitando nesta Casa do Povo ser votado e aprovado pelos Ilustres Deputados desta Casa do Povo.
A chama que acaba de ser acesa nesta grande homenagem, cabe a nós mantê-la nos iluminando na nossa luta unidos e a nossa gloriosa Policia Civil.
Esta de parabéns o Ilustre Deputado Dr. André Correa e funcionários os quais reverencio através do Chefe do Gabinete Dr Gonçalves e digno Deputado Dr. Jorge Picciani , Presidente desta Casa do Povo que nos recebeu de braços aberto.
Obrigado
Em 05 de Julho de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
É POSSIVEL UM POLICIAL CIVIL PROFISSIONAL SEM SALÁRIOS DIGNOS ?
Temos assistido ao desenrolar de uma novela que não tem bandidos e nem mocinhos. Irremediavelmente somos vitimas de um sistema em que todos acreditamos, lutamos e achamos que conquistamos as nossas reivindicações e para a nossa decepção somos esquecidos pelo Governo do Sr. Sergio Cabral e pelas nossas Autoridades Policiais.Trata-se do Sistema de Segurança Pública do Governo Federal que constituiu em uma esperança dos Comissários de Policia e demais policiais civis , chegando a ser considerada uma das maiores oportunidades de “ reivindicações para as conquistas na área da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
Se a discussão sobre a segurança pública no Estado já era dramática, com a protelação da política de aumento salarial para a classe policia civil l em geral; o quadro se agravou e tende a piorar. Sem a participação das Autoridades Públicas Federais Com a omissão e o descaso do atual governo e das Autoridade Públicas e Policiais a escassez de diálogo com as entidades de classes agrava a crise da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro , da Segurança Pública E , em vários municípios o ambiente é de confronto entre as milícias e a policia civil, inclusive com alguns policiais civis, militares, bombeiros e agentes penitenciários envolvidos no sub mundo do crime organizado, provocando uma total desorganização das forças de segurança do Estado.
È isso mesmo, os policias civis estão desacreditando no atual Governo e nas Autoridade Policiais .Os exemplos estão espalhados pelo Estado e o que eram atitudes isoladas das categorias funcionais da área da segurança pública tornaram-se movimentos coletivos, assumindo contornos dramático, como dos professores , dos médicos, e mais recentemente , do sistemas penitenciário.
Os chamados gargalos do sistema de segurança pública determinam importantes limitações ao bom funcionamento do atendimento policial .Basta visitar as Delegacias Policiais para indignarmos e entender a situação de desanimo e desmotivação em que os nossos colegas policiai civis estão sendo obrigados a conviver diuturnamente.
È também revoltante simplesmente registrar uma ocorrência de um delito de crime contra a vida ou ao patrimônio e dispensar a parte sabendo que a grande maioria jamais vai ter acesso à um resultado positivo ou um procedimento investigatório de apuração eficiente..
Diante desse triste quadro: não resta às entidades de classe outra atitude senão recomeçar as lutas por melhores salários, e por condições dignas de trabalho e mais respeito com a Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
Agora enquanto o Governo e as Autoridades Públicas permanecem em silêncio, os nossos movimentos devem conquistar mais adesões nas delegacias e departamentos e novas manifestações deverão ser programadas.Nas próximas semanas os policiais civis devem levantar suas vozes em seu locais de trabalho, promovendo debates e conversando com a população sobre as péssimas condições de trabalho e de remuneração a que estamos recebendo á vários anos na Policia Civil..
Nossas bandeiras já foram definidas .Lutamos para tornar o serviço público na área da Policia Judiciária do Estado do Rio de Janeiro ,eficiente e de qualidade, com uma gestão competente . Queremos o reajuste de salário, com adoção do escalonamento já existente, conforme o Plano de Cargos, Carreira e Salários entregue ao Governador Sergio Cabral. E seus Secretários
Não há como esconder: a Policia Civil vai mal, e sem um salário digno e adequado, além de uma gestão digna e competente, não há como prever melhorias no estímulo do policial civil.
Autor: Comissário de Policia Bel. Franklin B. Vieira.
Graduado em Gestão de Segurança `publica
Pós Graduado em Gestão de Segurança Privada
Diretor de ética da Coligação dos Policiais Civil do Estado do Rio de Janeiro
Se a discussão sobre a segurança pública no Estado já era dramática, com a protelação da política de aumento salarial para a classe policia civil l em geral; o quadro se agravou e tende a piorar. Sem a participação das Autoridades Públicas Federais Com a omissão e o descaso do atual governo e das Autoridade Públicas e Policiais a escassez de diálogo com as entidades de classes agrava a crise da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro , da Segurança Pública E , em vários municípios o ambiente é de confronto entre as milícias e a policia civil, inclusive com alguns policiais civis, militares, bombeiros e agentes penitenciários envolvidos no sub mundo do crime organizado, provocando uma total desorganização das forças de segurança do Estado.
È isso mesmo, os policias civis estão desacreditando no atual Governo e nas Autoridade Policiais .Os exemplos estão espalhados pelo Estado e o que eram atitudes isoladas das categorias funcionais da área da segurança pública tornaram-se movimentos coletivos, assumindo contornos dramático, como dos professores , dos médicos, e mais recentemente , do sistemas penitenciário.
Os chamados gargalos do sistema de segurança pública determinam importantes limitações ao bom funcionamento do atendimento policial .Basta visitar as Delegacias Policiais para indignarmos e entender a situação de desanimo e desmotivação em que os nossos colegas policiai civis estão sendo obrigados a conviver diuturnamente.
È também revoltante simplesmente registrar uma ocorrência de um delito de crime contra a vida ou ao patrimônio e dispensar a parte sabendo que a grande maioria jamais vai ter acesso à um resultado positivo ou um procedimento investigatório de apuração eficiente..
Diante desse triste quadro: não resta às entidades de classe outra atitude senão recomeçar as lutas por melhores salários, e por condições dignas de trabalho e mais respeito com a Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
Agora enquanto o Governo e as Autoridades Públicas permanecem em silêncio, os nossos movimentos devem conquistar mais adesões nas delegacias e departamentos e novas manifestações deverão ser programadas.Nas próximas semanas os policiais civis devem levantar suas vozes em seu locais de trabalho, promovendo debates e conversando com a população sobre as péssimas condições de trabalho e de remuneração a que estamos recebendo á vários anos na Policia Civil..
Nossas bandeiras já foram definidas .Lutamos para tornar o serviço público na área da Policia Judiciária do Estado do Rio de Janeiro ,eficiente e de qualidade, com uma gestão competente . Queremos o reajuste de salário, com adoção do escalonamento já existente, conforme o Plano de Cargos, Carreira e Salários entregue ao Governador Sergio Cabral. E seus Secretários
Não há como esconder: a Policia Civil vai mal, e sem um salário digno e adequado, além de uma gestão digna e competente, não há como prever melhorias no estímulo do policial civil.
Autor: Comissário de Policia Bel. Franklin B. Vieira.
Graduado em Gestão de Segurança `publica
Pós Graduado em Gestão de Segurança Privada
Diretor de ética da Coligação dos Policiais Civil do Estado do Rio de Janeiro
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Nova data para solenidade
Prezados Colegas Comissários.
Conforme informação do nosso Colega Franklin, o dia da solenidade DE ENTREGA DA MOÇÃO A 9ª TURMA DE COMISSÁRIOS na ALERJ, foi antecipado do dia 18, para o dia 04 de agosto no mesmo horário.
Por favor divulgem aos demais colegas que vocês tenham contato.
Obrigada!!!
Mary.
Conforme informação do nosso Colega Franklin, o dia da solenidade DE ENTREGA DA MOÇÃO A 9ª TURMA DE COMISSÁRIOS na ALERJ, foi antecipado do dia 18, para o dia 04 de agosto no mesmo horário.
Por favor divulgem aos demais colegas que vocês tenham contato.
Obrigada!!!
Mary.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Comunicado
Bom dia caros colegas Comissários de Policia.
Esta mensagem se destina a nós que reclamamos do nosso destino, culpando as associações e sindicatos por nosso problemas, quando na verdade não movemos uma palha para unirmos forças e conquistar as reividincações da nossa classe.
Aproveito para informar que a data da homenagem solene ao dia do Comissário de Policia no calendario do Estadol do Rio de Janeiro, aprovado pela Assembléia Legislativa será 11/08/2009 às 18 horas, no plenário Barbosa Lima Sobrinho.Conto com a participação de todos vocês para divulgar e motivar o comparecimento em massa dos Comissários de Policia, familiares e amigos, pois isto muito ajudara ao nosso Projeto de Cargo que está pronto para ser votado conforme confirmado pelo colega Luiz Birimbau.
Um forte abraço, esperando que a mobilização alcance o resultado que merecemos. O evento será divulgado para todos os Deputados e Autoridades do Govêrno através da imprensa e a tv Alerj. Comparecimento de todos é importante.
Comissário Franklin
Tel: 78182540
Em TEMPO: O cocktel é cortesia do nosso colega e empresário Comissário Nélio Macga.
"toda grande caminhada se inicia com um primeiro passo"
,
Esta mensagem se destina a nós que reclamamos do nosso destino, culpando as associações e sindicatos por nosso problemas, quando na verdade não movemos uma palha para unirmos forças e conquistar as reividincações da nossa classe.
Aproveito para informar que a data da homenagem solene ao dia do Comissário de Policia no calendario do Estadol do Rio de Janeiro, aprovado pela Assembléia Legislativa será 11/08/2009 às 18 horas, no plenário Barbosa Lima Sobrinho.Conto com a participação de todos vocês para divulgar e motivar o comparecimento em massa dos Comissários de Policia, familiares e amigos, pois isto muito ajudara ao nosso Projeto de Cargo que está pronto para ser votado conforme confirmado pelo colega Luiz Birimbau.
Um forte abraço, esperando que a mobilização alcance o resultado que merecemos. O evento será divulgado para todos os Deputados e Autoridades do Govêrno através da imprensa e a tv Alerj. Comparecimento de todos é importante.
Comissário Franklin
Tel: 78182540
Em TEMPO: O cocktel é cortesia do nosso colega e empresário Comissário Nélio Macga.
"toda grande caminhada se inicia com um primeiro passo"
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